O Figueirense largou bem na Série A do Campeonato Brasileiro. A equipe ocupa a sexta posição na tabela de classificação, com sete pontos. Mesmo assim, ainda não encontrou um camisa 10. Desde que Fernandes passou a ser apenas uma opção no banco de reservas, diferentes jogadores passaram pelo setor e não conseguiram se firmar.
O número de candidatos aumenta com a liberação do meia Leandro Chaves do departamento médico. O jogador, que sofreu um estiramento na coxa esquerda na intertemporada, iniciou na última segunda-feira os trabalhos de preparo físico e tem poucas chances de ser liberado para o próximo jogo, domingo, contra o Atlético-PR, mas pode ser uma alternativa para a rodada seguinte, na qual o Alvinegro enfrenta o Internacional em Porto Alegre.
Elogiado por Jorginho, o reforço vindo do Boavista-RJ está de olho na vaga e promete esquentar a briga com jogadores como o próprio Fernandes, Wellington Nem e Wilson Pittoni, que aparece como opção depois de ter entrado bem contra o Vasco, embora tenha assumido a posição de Maicon - foi Rhayner quem vestiu a 10.
- Sou acostumado a jogar nesta posição de meia-atacante, poder servir nosso ataque e também chegar. Vou me dedicar ao máximo para estar à disposição rápido — afirmou Leandro Chaves.
O paraguaio Wilson Pittoni, embora não se considere um camisa 10, está querendo um lugar entre os titulares e garante estar pronto para ocupar a vaga caso seja escolhido:
- Jogo com qualquer camisa, o número não importa. Se pintar a oportunidade vou aproveitar ao máximo.
O meia Fernandes, que ainda não atuou no Brasileiro, tem evitado a imprensa. Quando solicitado para entrevistas, ele prefere o silêncio e explica que só pretende falar quando estiver jogando. Relacionado para três jogos, ele não chegou a entrar em campo. Já Pittoni foi chamado pelo treinador nas três partidas em que esteve no banco (contra Cruzeiro, São Paulo e Vasco). E na última, contra o Vasco, entrou e deu o passe para o gol de Aloísio, que garantiu o empate em 1 a 1.

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