quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Jorginho pede mais atacantes a diretoria.


O ataque resolveu a questão diante do Botafogo, mas não deixou de preocupar o técnico Jorginho. Não pela falta de produção, que finalmente apareceu, mas pelas lesões. Rhayner vai sofrer uma artroscopia e Aloisio ainda ficará quatro semanas em tratamento do tornozelo. A situação faz o técnico pensar em solicitar uma contratação à diretoria:
- Realmente me vejo obrigado a cogitar esta hipótese. Perdemos jogadores importantíssimos, com características diferentes, o Aloisio, de área,  e o Rhayner, que sai mais, em velocidade e colaborava muito quando entrava no segundo tempo. Então, provavelmente chegará alguém para o setor. - disse Jorginho.
O técnico se mostrou aliviado após a partida contra o Botafogo:
- Dentro das condições que entramos neste jogo, com desfalques importantes, fomos eficientes onde não estávamos tendo resultados. Marcamos dois gols quando pegamos uma equipe que eu acredito que vai lutar pelo G-4. O alívio que a gente tem é em relação a vencer, porque estávamos jogando bem, mas o resultado não vinha, mas vencemos e jogamos muito bem - afirmou.
Sobre se teria cedido á pressão por usar Fernandes e deixar Wellington no banco, o técnico demonstrou irritação com a pergunta na coletiva.
- Eu não trabalho com a paixão, uso a realidade. Tenho um grupo de atletas que estão fechados comigo e eu com eles. Defino o time de acordo com o potencial dos adversários e também a partir da minha convicção. Estou satisfeito porque superamos uma equipe muito difícil, com jogadores de muita qualidade. Por este motivo o trabalho que está sendo realizado sai fortalecido, mas é importante ressaltar que, mesmo o Figueirense tendo um grupo de qualidade, ainda estamos em formação. Temos jogadores entrando em condição, que são os casos do Júlio César, do Elias, e Leandro Chaves retornando de contusão.
Pênalti foi responsabilidade conjunta.
No duelo com o Botafogo, a ampliação do placar veio de pênalti. A escolha do batedor, já que Elias havia errado a última penalidade (diante do Grêmio, no último minuto), foi responsabilidade conjunta:
- Eu tenho um grupo de batedores em constante treinamento. É o caso do João Paulo, o Júlio César e o próprio Elias. Acho que a decisão deste jogo foi sábia, pelo próprio clima que se criou em relação ao jogo com o Grêmio. É uma coisa de momento, de sentir o clima. Os atletas têm de ter esta responsabilidade também. O Júlio César foi muito homem, pegou a bola e resolveu a questão - concluiu Jorginho.

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