"A gente vinha de duas derrotas consecutivas (para Bahia e Palmeiras), foi uma semana muito difícil, ouvi muitas coisas e fiquei chateado. Ganhei do Botafogo, mas mesmo assim eu pedi demissão. O Chico (Lins, gerente de futebol do Figueirense) me abraçou e falou: 'você vai até o final comigo'", revelou Jorginho.
"Um técnico se consolida com conquistas, mas a gente sabe quais são os objetivos do Figueirense em um Campeonato Brasileiro. Olha a colocação que estamos (oitavo lugar), isso é como um título para nós. Antes de a competição começar, a nossa equipe era apontada como candidata a cair. Hoje estamos conquistando o respeito de todos."
O contrato de Jorginho com o Figueirense termina no final do ano e não foi iniciada nenhuma conversa para a renovação. Mesmo assim, o técnico espera permanecer no clube para a próxima temporada.
"Não conversei com a diretoria ainda, mas creio que acontecerá naturalmente. Da minha parte, eu coloco que tenho o desejo de permanecer. Pode acontecer o interesse de outras equipes, mas darei prioridade ao Figueirense", garantiu.
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